(1279-1283)
Ramon Llull
Assírio & Alvim
Fico grato por poder ler as suas sagradas palavras.
O livro começa assim:
E o Prólogo:
«Aprendereis mais nas florestas, através das pedras e dos rios, do que nos livros!» Mas...
(1279-1283)
Ramon Llull
Assírio & Alvim
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mahayana
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1ª Nota importante: Este é um texto atípico neste blogue, uma vez que o traço humorístico é a sua principal característica.
2ª Nota importante: Queremos agradecer à Escola Fedorentística, em particular ao R.A.P. e ao J.D.Q. pela inspiração.
3ª Nota importante: Este texto requer toda a sua atenção. Por isso feche todas as outras janelas da Internet que estejam abertas, excepto aquelas onde está a ver aquelas moças bem roliças. Essas não interferem.
4ª Nota importante: As notas não são assim tão importantes e podia ter começado logo a ler o texto.
O Texto
Portugal inteiro anda a falar de um certo livro; bom, não é bem Portugal inteiro, mas talvez aí umas 100 pessoas; ou talvez 50; bom… Eu e a minha mãe andamos a falar de um livro cujo título é “Reflexos do Espírito e da Matéria (ou do Buda, ou lá o que é)”.
Por acaso até fui eu que o escrevi.
Contudo, tenho de fazer desde já aqui um parêntese. De facto, não escrevi livro nenhum. Isto é, se alguém pensar que me sentei à secretária e disse “vou escrever um livro e tal”, e comecei a fazê-lo, isto não corresponde à verdade. A verdade é que reuni uma série de textos que foram seleccionados como sendo os menos maus, daqueles que escrevi ao longo de 5 anos, para um periódico chamado Lusophia.
Será interessante referir que muitos até foram escritos porque fui obrigado a fazê-lo. Interessante, também, seria encomendar um estudo a uma Universidade americana (uma vez que cá não temos pessoal qualificado para o fazer), que analisasse os textos, para saber quais tinham sido escritos por vontade própria, e quais tinham sido escritos por obrigação. No entanto, trata-se de um estudo totalmente inviável, pois iria necessitar de um enormíssimo rol de recursos humanos, cujo preço seria impraticável, mesmo para a América.
Mas por falar em obrigação, lembrei-me agora da quantidade de coisas que somos obrigados a fazer:
Somos obrigados a ir para a cama quando estamos a gostar tanto de ver o filme…
Somos obrigados a acordar de manhã quando estamos cheios de sono (devíamos ter ido para a cama mais cedo, pensamos. Ah, sim, estivemos a ver o filme, do qual nem vimos o fim, pois adormecemos entretanto)…
Somos obrigados a ir trabalhar e a enfrentar o trânsito quando preferíamos ir à praia…
Somos obrigados a sorrir para o nosso chefe ou patrão quando preferíamos esganá-lo…
Somos obrigados a sorrir para os clientes ou para os colegas quando preferíamos estar a sorrir para duas louras suecas, numa praia paradisíaca…
A obrigação é de facto aborrecida e é por ela que os putos ficam a detestar os Lusíadas e o Pessoa!
Assim, temos que aprender a lidar com a “obrigação” ou teremos de aprender a lidar com a “depressão” (não sei se isto é bem assim, mas pelo menos rimou).
Com isto, nem cheguei a referir muito o livro. Pelos vistos já só mesmo a minha mãe é que anda a falar dele… Talvez lhe peça para ela deixar aqui um post.
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Luís Carlos Silva
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A Câmara Secreta do Potala, de Yohannes C. Na Douma.


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Nova editora no mercado português.
Veja em www.zefiro.pt.
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Os Filhos da Noite
Mosdi e Civiello
Vitamina BD

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Histórias do Mar do Norte
Jonas Lie
Cavalo de Ferro

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Irmão Lucas,
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mahayana
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João Caraça tem um currículo vastíssimo no qual se destacam as suas funções enquanto Director do Serviço de Ciência da Fundação Calouste Gulbenkian, e o facto de ser consultor, para a Ciência, do Presidente da República (que, aliás, o "desafiou" a editar este mesmo livro).
Por si só, estes predicados seriam já suficientes para nos indicar que se trataria de uma obra de grande qualidade, abordando assuntos da maior relevância. Após a leitura da mesma constatamos que é muito mais do que isso...
Trata-se de um livro com pouco mais de centena e meia de páginas, nas quais estão compiladas as crónicas escritas para o Jornal de Letras, ao longo de um par de anos. Vamos ser totalmente honestos ao dizer que existiram algumas dessas mesmas crónicas que não nos despertaram tanto interesse como outras, mas isso não quer dizer que umas e outras não tenham a mesma importância. Relembramos aqui Agostinho da Silva que, de entre muitos dos seus conceitos absolutamente libertadores, costumava dizer «que não há nada que não seja interessante, os interesses é que variam»...
Em todo o caso, aquilo que nos parece mais importante neste livro é termos ficado a saber que existe alguém com grande influência, que se move com um enorme à vontade nos meios académicos e outros, e cujas ideias revelam um conhecimento muito preciso do Mundo que nos rodeia e quais os principais problemas que o assolam. Mais do que isto, são apresentadas soluções para esses mesmos problemas, não de uma forma radical – como muitas vezes acontece –, mas de uma forma sensata, razoável e, segundo nos parece, exequível.
Talvez aqui a questão genética tenha um peso fundamental. João terá herdado de seu pai Bento de Jesus Caraça que, como sabemos, foi um grande benemérito, essa força anímica que lhe permite trabalhar a um ritmo frenético, sem nunca conhecer o cansaço...
Muito mais haveria a dizer sobre este livro e sobre o autor. Este mesmo texto, escrito noutro dia e a outra hora, teria talvez outros contornos, outras nuances. Mas isto diríamos sempre: João Caraça é um Homem Bom – e isto que traspassa pelas linhas de todo livro é, para nós, talvez mais importante do que tudo o que foi dito supra.
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Luís Carlos Silva
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Irmão Lucas,
«É verdadeiro, completo, claro e certo. O que está embaixo é como o que está em cima e o que está em cima é igual ao que está embaixo, para realizar os milagres de uma única coisa».
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Luís Carlos Silva
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21:21
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SF
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22:26
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Irmão Lucas,
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Luís Carlos Silva
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19:01
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Não estou a ler nada, de nada.
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mahayana
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10:39
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Luís Carlos Silva
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