Cartas Inéditas de Agostinho da Silva
Teresa Sabugosa
Zéfiro
É sempre bom reler Agostinho da Silva...
Monárquico ou Republicano?
Português... Lusitano...
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sábado, 10 de junho de 2006
Viva a República! Viva o Rei!
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segunda-feira, 15 de maio de 2006
A Terra de Endovélico
Protegidos pela magia da Floresta dos Carvalhos e pelo Deus Endovélico, os guerreiros de Antor sempre conseguiram proteger toda a Terra de Endovélico. Até que, depois de uma batalha, um Chefe Guerreiro inimigo se sacrifica no Templo da Rocha...
Durante muito tempo estiveram invisíveis até que os Druidas voltaram a surgir da floresta e com a sua ajuda Cyrus e Anaya suportarão a morte e a dor com a alegria da vida e do amor...
Nesta terra o Deus Endovélico despertará em todos aqueles que o escutam uma presença interior muito forte, a unidade perfeita entre o homem e o divino. Será para sempre o Deus dos Lusitanos!
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sexta-feira, 21 de abril de 2006
Ao Professor e Mestre Agostinho da Silva
Assim, foste palavra, gesto, acção
E monge e marinheiro a tua lida.
Um nada que foi tudo. E ressurgida
A tua voz deu voz ao coração.
Com todos celebraste e foste irmão,
Desmoronando os muros desta vida;
E logo a vela taça remetida,
Surgiu outra mais bela em tua mão.
O teu olhar permaneceu tão puro
E teu rosto tão velho de criança
Expressou, sem um disfarce eterno sim.
E quando as caravelas do futuro
Levarem os teus sonhos, tua esperança,
O mar com fim vai ser o mar sem fim.
José Flórido
Domingo de Páscoa, 2006
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Luís Carlos Silva
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domingo, 16 de abril de 2006
Os Caminhos Ocultos do Ocidente
A Ordem e os Ciclos - da Atlântida aos Neotemplários
José Medeiros
Pergaminho
Temos constatado que as visitas a este blog têm mantido um “ritmo” regular e nós não temos correspondido com “actividade bloguista” que se aproxime sequer do aceitável. Assim, tentaremos afastar esta letargia que nos tem assolado, para voltar ao trabalho de uma forma continuada. Nada melhor do que um livro do nosso Amigo José Medeiros para nos dar o ânimo suficiente para voltar à actividade.
Infelizmente, o panorama editorial no nosso país, mas também no mundo inteiro, é cada vez menos interessante, uma vez que os livros que hoje se editam raramente apresentam algo de novo. Não que isto seja imperativo. Preferimos livros que nos digam verdades do que aqueles que são originais. Mas o que é certo é que muitos dos livros que hoje saem são apenas repetições e mais repetições, chegando ao cúmulo de alguns autores se plagiarem a si mesmos, assunto que está agora bem na ordem do dia. Naturalmente que existem excepções, essencialmente no campo da Ciência, em que constantemente se desbravam novos caminhos. Contudo, no campo de estudo que mais nos prende a atenção, e que é o Ensaio histórico e a Filosofia Esotérica, entre outros, parece-nos que tudo o que havia para escrever já está escrito.
Mas, para nosso grande gáudio, Os Caminhos Ocultos do Ocidente é um daqueles livros que remam contra a maré e que, desafortunadamente, aparecem apenas de quando em quando. Trata-se, assim, de um livro que apresenta uma teoria totalmente inédita, pelo menos na língua de Camões. Esta teoria, que tem vindo a ser estudada e estruturada pelo Autor há já vários anos, assenta na hipótese assaz bem fundamentada de que povos vindos do oriente, particularmente do Egipto, arribaram a esta Península em tempos bastante remotos, deixando por cá vestígios da sua cultura, religiosidade e, claro está, dos seus artefactos. Mas, este livro não se centra apenas nesta matéria, e remete-nos para outros assuntos que se interligam de uma forma que para alguns pode ser surpreendente.
Assim, utilizando uma linguagem coloquial, que alternadamente nos apela ora à razão ora à emoção, o Autor conduz-nos pelos Caminhos Ocultos do Ocidente; caminhos estes que têm o seu início, como não podia deixar de ser, na Atlântida. Passamos, depois, pelo Culto da Grande Mãe, atravessamos os mistérios Templários e desembocamos na Ordem de Cristo. Neste percurso sinuoso, mas ao mesmo tempo esclarecedor, José Medeiros tenta desvelar uma sabedoria, uma Ordem, que terá atravessado séculos e que ainda hoje pode ser perscrutada, mas que é, em última análise, “interna e não manifestada”.
O único senão que temos a referir é a fraca aposta pela parte do Editor que, nitidamente, não soube perceber a obra que tinha em mãos e que nos apresenta um livro com uma montagem fracamente estruturada e com uma capa muito infeliz.
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2005
Nun'Álvares Pereira
Herói e Monge
Catolicidade e Portugalidade
António Maria M. Pinheiro Torres
Prefácio
Tal como os lanches, há livros de que se gosta muito e outros...
Bom, deste gostámos muito.
Em primeiro lugar, relata a vida de um grande herói, um homem santo, uma figura ímpar na História de Portugal: Nun'Álvares Pereira, a quem se deve a manutenção da independência do nosso País. E é, também, a partir da Batalha de Aljubarrota que se começou a entender Portugal, enquanto nação livre e com a sua identidade definitivamente enraizada no Povo.
De uma forma sucinta e coloquial, Pinheiro Torres descreve-nos os acontecimentos mais marcantes da vida do Santo Condestável, desde a sua infância, adolescência e idade adulta – altura em que assumiu funções militares da maior importância, como é do conhecimento de todos –, até à sua entrada para um convento Carmelita onde passou a professar – abdicando de todos os seus bens e, inclusive, do seu sobrenome, passando a ser conhecido apenas por Frei Nuno.
Mas, apesar de tudo o que é exposto na primeira parte do livro, que é, naturalmente, de extrema importância, é a segunda e terceira partes que queremos realçar. A segunda parte, composta de um capítulo único, remete-nos para a “Actualidade de Aljubarrota”, no sentido de que conhecer este acontecimento da nossa história é compreender melhor o que é ser-se português. E é isto – o sabermos e compreendermos o que é ser-se português – que se estende na terceira parte desta obra que, desta forma, se transforma num tratado, quase um ensaio filosófico, que apela ao patriotismo, ao conhecimento da nossa história, relembrando, de entre muitas outras realidades, que “um povo que fez o que fez tem o dever moral de continuar”…
É, então, nesta terceira e última parte que o autor nos revela as suas reflexões em torno da Identidade Portuguesa. Assim, este livro, que à partida seria apenas uma “simples” biografia, revela-se surpreendente, pela profundidade e acuidade dos pensamentos e pelo sentido de oportunidade na edição, uma vez que é uma pedrada no charco da letargia em que a maioria dos portugueses se encontra mergulhada.
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terça-feira, 18 de outubro de 2005
O Céu Cai-lhe em Cima da Cabeça
Ainda não li nenhum dos livros de Astérix desde a morte do criador da personagem, em 1997, René Goscinny.
Pelo que pesquisei, Uderzo faz Astérix enfrentar criaturas de outros mundos, sem ser os romanos. Tenho algum receio, mas terei que ler primeiro.
O certo é que os livros do Astérix marcaram muito a minha infância e juventude; a força do Obélix, os menires, a poção mágica, os Druidas, os javalis, as lutas contra os romanos, as paixões...
Posso agora dizer com franqueza, que todo este universo, criado por Goscinny, maravilhou-me e fez-me viver e recordar vidas passadas como gaulês, como celta, como romano, como lusitano...
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quinta-feira, 13 de outubro de 2005
O Livro da Ordem da Cavalaria
(1279-1283)
Ramon Llull
Assírio & Alvim
Fico grato por poder ler as suas sagradas palavras.
O livro começa assim:
E o Prólogo:
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domingo, 2 de outubro de 2005
Reflexos do Riso sobre o Espírito e a Matéria
1ª Nota importante: Este é um texto atípico neste blogue, uma vez que o traço humorístico é a sua principal característica.
2ª Nota importante: Queremos agradecer à Escola Fedorentística, em particular ao R.A.P. e ao J.D.Q. pela inspiração.
3ª Nota importante: Este texto requer toda a sua atenção. Por isso feche todas as outras janelas da Internet que estejam abertas, excepto aquelas onde está a ver aquelas moças bem roliças. Essas não interferem.
4ª Nota importante: As notas não são assim tão importantes e podia ter começado logo a ler o texto.
O Texto
Portugal inteiro anda a falar de um certo livro; bom, não é bem Portugal inteiro, mas talvez aí umas 100 pessoas; ou talvez 50; bom… Eu e a minha mãe andamos a falar de um livro cujo título é “Reflexos do Espírito e da Matéria (ou do Buda, ou lá o que é)”.
Por acaso até fui eu que o escrevi.
Contudo, tenho de fazer desde já aqui um parêntese. De facto, não escrevi livro nenhum. Isto é, se alguém pensar que me sentei à secretária e disse “vou escrever um livro e tal”, e comecei a fazê-lo, isto não corresponde à verdade. A verdade é que reuni uma série de textos que foram seleccionados como sendo os menos maus, daqueles que escrevi ao longo de 5 anos, para um periódico chamado Lusophia.
Será interessante referir que muitos até foram escritos porque fui obrigado a fazê-lo. Interessante, também, seria encomendar um estudo a uma Universidade americana (uma vez que cá não temos pessoal qualificado para o fazer), que analisasse os textos, para saber quais tinham sido escritos por vontade própria, e quais tinham sido escritos por obrigação. No entanto, trata-se de um estudo totalmente inviável, pois iria necessitar de um enormíssimo rol de recursos humanos, cujo preço seria impraticável, mesmo para a América.
Mas por falar em obrigação, lembrei-me agora da quantidade de coisas que somos obrigados a fazer:
Somos obrigados a ir para a cama quando estamos a gostar tanto de ver o filme…
Somos obrigados a acordar de manhã quando estamos cheios de sono (devíamos ter ido para a cama mais cedo, pensamos. Ah, sim, estivemos a ver o filme, do qual nem vimos o fim, pois adormecemos entretanto)…
Somos obrigados a ir trabalhar e a enfrentar o trânsito quando preferíamos ir à praia…
Somos obrigados a sorrir para o nosso chefe ou patrão quando preferíamos esganá-lo…
Somos obrigados a sorrir para os clientes ou para os colegas quando preferíamos estar a sorrir para duas louras suecas, numa praia paradisíaca…
A obrigação é de facto aborrecida e é por ela que os putos ficam a detestar os Lusíadas e o Pessoa!
Assim, temos que aprender a lidar com a “obrigação” ou teremos de aprender a lidar com a “depressão” (não sei se isto é bem assim, mas pelo menos rimou).
Com isto, nem cheguei a referir muito o livro. Pelos vistos já só mesmo a minha mãe é que anda a falar dele… Talvez lhe peça para ela deixar aqui um post.
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segunda-feira, 26 de setembro de 2005
Zéfiro
Nesta ocasião, foram apresentadas as primeiras cinco obras publicadas, a saber:
As Mansões Secretas da Rosacruz, de Raymond Bernard.

Portugal Cristianíssimo, de Rainer Daehnhardt.
A Câmara Secreta do Potala, de Yohannes C. Na Douma.
Reflexos do Espírito e da Matéria, de Luís-Carlos Silva.

E Os Dois Corvos de Odin, de S. Franclim.

Todos os autores estiveram presentes e tiveram a oportunidade de apresentar os seus livros, à excepção de Raymond Bernard, cuja apresentação esteve a cargo de José Medeiros.
Para saber mais sobre esta editora, consulte o site em www.zefiro.pt.
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domingo, 25 de setembro de 2005
Pouca actividade Bloguista
Contudo, agora que o tempo começa a ficar mais fresco e apetece ficar em casa, vamos tentar desenvolver este mesmo blogue, dando conta das nossas leituras e das nossas sugestões.
Fica feita a promessa, esperamos cumprir.
Para já fica a sugestão de um livro, de que faremos uma recensão em breve:
A Sombra do Templário, de Núria Masot, editado pela Dom Quixote.

É um livro de leitura envolvente, muitíssimo bem escrito, em que a boa estruturação do enredo nos leva por caminhos repletos de aventura...
Sabe bem ler um romance de quando em quando!...
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Luís Carlos Silva
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sábado, 10 de setembro de 2005
Zéfiro
Nova editora no mercado português.
Veja em www.zefiro.pt.
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quinta-feira, 28 de julho de 2005
Korrigans
Os Filhos da Noite
Mosdi e Civiello
Vitamina BD

Luiane viu o seu pai morrer e a mãe e o avô serem raptados e arrastados para o Outro Mundo na noite de Samain. Auxiliada pelos Korrigans ela irá combater os obscuros desígnios de Balor o senhor das trevas e mergulhar em terríveis batalhas.
A continuação será através dos “Guerreiros das Trevas”!!!
Apenas fiquei triste com o facto das 48 páginas passarem a correr deixando uma vontade enorme de agarrar a continuação do primeiro livro.
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Trold
Histórias do Mar do Norte
Jonas Lie
Cavalo de Ferro

Jonas Lie é considerado um dos melhores escritores escandinavos do século XIX, pela primeira vez é traduzido em português, pela Cavalo de Ferro com dois volumes.
Estas histórias acabam por ser viagens acidentadas e maravilhosas entre gigantes, barcos flutuantes, lapões-feiticeiros...
Acabamos por ser conduzidos a tempos muito antigos mas com mensagens actuais.
Muito mistério, muitos sustos, tendo cada história um fim imprevisível.
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terça-feira, 19 de julho de 2005
Oráculo VII
Irmão Lucas,
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Manifesto sobre o Homem, Portugal e o Mundo
Oiço os Profetas da Desgraça, os Velhos do Restelo a falarem da crise que o nosso país atravessa, a crise económica, a crise social, a crise familiar... falam ainda da crise europeia, do terrorrismo, da guerra...
Falam, falam, falam... instalam o medo... o pavor... a dor...
Então e o amor... o amor entre os homens... no amor às crianças.... o amor entre a familia... os nossos avós... os nossos pais... os nossos irmãos... os nossos filhos... os nossos netos... o amor com aquele que te estende a mão... o amor com o desconhecido... o amor com a natureza... o amor com tudo o que nos rodeia...
Acredito na Humanidade... acredito que ainda existem homens que ajudam aqueles que precisam....
Acredito que muitos desses homens vivem em Portugal, outros estão espalhados por todo o mundo...
A sua Luz cristalina paira sobre a terra e sobre as nossas cabeças... restabelecem a paz... a harmonia... a justiça... o amor...
Não podemos nunca deixar de acreditar no Homem!
Ainda muito podemos ouvir falar os tais profetas, mas tentemos ajudar cada vez mais aquele que está ao nosso lado... o Homem... através de um olhar, de uma conversa, de um abraço...
Pode ser que assim o Homem Português estenda o seu Amor ao Mundo.
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mahayana
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