Como demonstra esta biografia política Dom Duarte e a Democracia, redigida pelo meu amigo e companheiro de ideias Mendo de Castro Henriques, um rei, para além daa personalidade que tem, é um valor intrínseco de base indispensável à continuidade democrática e à existência da comunidade. E hoje, e para nós, a personalidade de Dom Duarte, apresenta-se como tendo raízes, história e sentimentos comuns a todos os portugueses; constitui a «Pátria com figura humana»."
terça-feira, 26 de dezembro de 2006
Dom Duarte e a Democracia
Como demonstra esta biografia política Dom Duarte e a Democracia, redigida pelo meu amigo e companheiro de ideias Mendo de Castro Henriques, um rei, para além daa personalidade que tem, é um valor intrínseco de base indispensável à continuidade democrática e à existência da comunidade. E hoje, e para nós, a personalidade de Dom Duarte, apresenta-se como tendo raízes, história e sentimentos comuns a todos os portugueses; constitui a «Pátria com figura humana»."
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Francisco Canelas de Melo
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terça-feira, 24 de outubro de 2006
Evento Templário
Quantos aos livros apresentados na ocasião, as notícias surgem já nos vários jornais. Vejam tudo no blogue As Folhas da Zéfiro.
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Luís Carlos Silva
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Amigo da História
Visite em www.amigodahistoria.com
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Luís Carlos Silva
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terça-feira, 3 de outubro de 2006
Evento Templário
Apresentação da Colecção Arquivos da Cavalaria da Editora Zéfiro, no dia 13 de Outubro em Tomar.
Mais informações em www.zefiro.pt.
Um evento verdadeiramente Templário, a não perder, no dia em que passam 699 anos da infame perseguição aos Templários primitivos, perpetrada por Filipe o Belo.
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Luís Carlos Silva
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sexta-feira, 28 de julho de 2006
Cartas de Parte Alguma - Tomo I
Raymond Bernard
http://zefiro.pt
É o primeiro livro de Raymond Bernard, lançado pela Zéfiro, após a sua morte a 10 de Janeiro último.
E é supreendente o título e as nuvens...
São de facto cartas de parte alguma e de toda a parte...
A abordagem do autor é sempre actual, como poderão ler nas cartas que abordam os Drusos no Líbano, por exemplo...
Bem Hajas Raymond Bernard, em "parte alguma" que estejas!
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mahayana
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segunda-feira, 24 de julho de 2006
Canibais e Reis
Em Março de 1995 tive que comprar este livro, para uma cadeira do Curso que estava a tirar na Moderna. Era Sociologia das Religiões.
Posso dizer com franqueza que me apaixonei por este livro. E mais, a partir desta leitura, começei a comprar e ler livros atrás de livros.
Agora, passados 11 anos, voltei a lê-lo para tentar perceber o que despertou em mim.
Marvin Harris mostra como variedades do comportamento cultural podem ser vistas como uma adaptação a condições ecológicas particulares. A origem dos estados, da agricultura, da guerra, a vaca sagrada, são alguns dos temas analisados pelo autor. Muitas das suas análises continuam a ser muito válidas, no meu entender. Se puderem "percam" um pouco de tempo a ler Canibais e Reis.
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segunda-feira, 10 de julho de 2006
Arte de Ser Português
Teixeira de Pascoaes
Assírio & Alvim
Será que o destino do português já está escrito no seu passado?
Um pequeno povo redescobriu novos mundos ao mundo e foi tão grande...
Agora sentimos que o mundo olha novamente para os nossos heróis, vê a nossa bandeira, ouve a nossa voz, a nossa alma, a nossa eterna saudade...
Nós portugueses, quando temos que definir um português com exaltação e orgulho, um herói, deixa de ser português e passa a ser um lusitano. Com a selecção de futebol portuguesa voltou a acontecer o mesmo.
Muitos pensamentos vão-me surgindo depois do que estamos a viver e ao ler este belo livro do escritor do Marão.
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sábado, 10 de junho de 2006
Viva a República! Viva o Rei!
Cartas Inéditas de Agostinho da Silva
Teresa Sabugosa
Zéfiro
É sempre bom reler Agostinho da Silva...
Monárquico ou Republicano?
Português... Lusitano...
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mahayana
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segunda-feira, 15 de maio de 2006
A Terra de Endovélico
Protegidos pela magia da Floresta dos Carvalhos e pelo Deus Endovélico, os guerreiros de Antor sempre conseguiram proteger toda a Terra de Endovélico. Até que, depois de uma batalha, um Chefe Guerreiro inimigo se sacrifica no Templo da Rocha...
Durante muito tempo estiveram invisíveis até que os Druidas voltaram a surgir da floresta e com a sua ajuda Cyrus e Anaya suportarão a morte e a dor com a alegria da vida e do amor...
Nesta terra o Deus Endovélico despertará em todos aqueles que o escutam uma presença interior muito forte, a unidade perfeita entre o homem e o divino. Será para sempre o Deus dos Lusitanos!
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mahayana
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sexta-feira, 21 de abril de 2006
Ao Professor e Mestre Agostinho da Silva
Assim, foste palavra, gesto, acção
E monge e marinheiro a tua lida.
Um nada que foi tudo. E ressurgida
A tua voz deu voz ao coração.
Com todos celebraste e foste irmão,
Desmoronando os muros desta vida;
E logo a vela taça remetida,
Surgiu outra mais bela em tua mão.
O teu olhar permaneceu tão puro
E teu rosto tão velho de criança
Expressou, sem um disfarce eterno sim.
E quando as caravelas do futuro
Levarem os teus sonhos, tua esperança,
O mar com fim vai ser o mar sem fim.
José Flórido
Domingo de Páscoa, 2006
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domingo, 16 de abril de 2006
Os Caminhos Ocultos do Ocidente
A Ordem e os Ciclos - da Atlântida aos Neotemplários
José Medeiros
Pergaminho
Temos constatado que as visitas a este blog têm mantido um “ritmo” regular e nós não temos correspondido com “actividade bloguista” que se aproxime sequer do aceitável. Assim, tentaremos afastar esta letargia que nos tem assolado, para voltar ao trabalho de uma forma continuada. Nada melhor do que um livro do nosso Amigo José Medeiros para nos dar o ânimo suficiente para voltar à actividade.
Infelizmente, o panorama editorial no nosso país, mas também no mundo inteiro, é cada vez menos interessante, uma vez que os livros que hoje se editam raramente apresentam algo de novo. Não que isto seja imperativo. Preferimos livros que nos digam verdades do que aqueles que são originais. Mas o que é certo é que muitos dos livros que hoje saem são apenas repetições e mais repetições, chegando ao cúmulo de alguns autores se plagiarem a si mesmos, assunto que está agora bem na ordem do dia. Naturalmente que existem excepções, essencialmente no campo da Ciência, em que constantemente se desbravam novos caminhos. Contudo, no campo de estudo que mais nos prende a atenção, e que é o Ensaio histórico e a Filosofia Esotérica, entre outros, parece-nos que tudo o que havia para escrever já está escrito.
Mas, para nosso grande gáudio, Os Caminhos Ocultos do Ocidente é um daqueles livros que remam contra a maré e que, desafortunadamente, aparecem apenas de quando em quando. Trata-se, assim, de um livro que apresenta uma teoria totalmente inédita, pelo menos na língua de Camões. Esta teoria, que tem vindo a ser estudada e estruturada pelo Autor há já vários anos, assenta na hipótese assaz bem fundamentada de que povos vindos do oriente, particularmente do Egipto, arribaram a esta Península em tempos bastante remotos, deixando por cá vestígios da sua cultura, religiosidade e, claro está, dos seus artefactos. Mas, este livro não se centra apenas nesta matéria, e remete-nos para outros assuntos que se interligam de uma forma que para alguns pode ser surpreendente.
Assim, utilizando uma linguagem coloquial, que alternadamente nos apela ora à razão ora à emoção, o Autor conduz-nos pelos Caminhos Ocultos do Ocidente; caminhos estes que têm o seu início, como não podia deixar de ser, na Atlântida. Passamos, depois, pelo Culto da Grande Mãe, atravessamos os mistérios Templários e desembocamos na Ordem de Cristo. Neste percurso sinuoso, mas ao mesmo tempo esclarecedor, José Medeiros tenta desvelar uma sabedoria, uma Ordem, que terá atravessado séculos e que ainda hoje pode ser perscrutada, mas que é, em última análise, “interna e não manifestada”.
O único senão que temos a referir é a fraca aposta pela parte do Editor que, nitidamente, não soube perceber a obra que tinha em mãos e que nos apresenta um livro com uma montagem fracamente estruturada e com uma capa muito infeliz.
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Luís Carlos Silva
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2005
Nun'Álvares Pereira
Herói e Monge
Catolicidade e Portugalidade
António Maria M. Pinheiro Torres
Prefácio
Tal como os lanches, há livros de que se gosta muito e outros...
Bom, deste gostámos muito.
Em primeiro lugar, relata a vida de um grande herói, um homem santo, uma figura ímpar na História de Portugal: Nun'Álvares Pereira, a quem se deve a manutenção da independência do nosso País. E é, também, a partir da Batalha de Aljubarrota que se começou a entender Portugal, enquanto nação livre e com a sua identidade definitivamente enraizada no Povo.
De uma forma sucinta e coloquial, Pinheiro Torres descreve-nos os acontecimentos mais marcantes da vida do Santo Condestável, desde a sua infância, adolescência e idade adulta – altura em que assumiu funções militares da maior importância, como é do conhecimento de todos –, até à sua entrada para um convento Carmelita onde passou a professar – abdicando de todos os seus bens e, inclusive, do seu sobrenome, passando a ser conhecido apenas por Frei Nuno.
Mas, apesar de tudo o que é exposto na primeira parte do livro, que é, naturalmente, de extrema importância, é a segunda e terceira partes que queremos realçar. A segunda parte, composta de um capítulo único, remete-nos para a “Actualidade de Aljubarrota”, no sentido de que conhecer este acontecimento da nossa história é compreender melhor o que é ser-se português. E é isto – o sabermos e compreendermos o que é ser-se português – que se estende na terceira parte desta obra que, desta forma, se transforma num tratado, quase um ensaio filosófico, que apela ao patriotismo, ao conhecimento da nossa história, relembrando, de entre muitas outras realidades, que “um povo que fez o que fez tem o dever moral de continuar”…
É, então, nesta terceira e última parte que o autor nos revela as suas reflexões em torno da Identidade Portuguesa. Assim, este livro, que à partida seria apenas uma “simples” biografia, revela-se surpreendente, pela profundidade e acuidade dos pensamentos e pelo sentido de oportunidade na edição, uma vez que é uma pedrada no charco da letargia em que a maioria dos portugueses se encontra mergulhada.
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Luís Carlos Silva
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23:05
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terça-feira, 18 de outubro de 2005
O Céu Cai-lhe em Cima da Cabeça
Ainda não li nenhum dos livros de Astérix desde a morte do criador da personagem, em 1997, René Goscinny.
Pelo que pesquisei, Uderzo faz Astérix enfrentar criaturas de outros mundos, sem ser os romanos. Tenho algum receio, mas terei que ler primeiro.
O certo é que os livros do Astérix marcaram muito a minha infância e juventude; a força do Obélix, os menires, a poção mágica, os Druidas, os javalis, as lutas contra os romanos, as paixões...
Posso agora dizer com franqueza, que todo este universo, criado por Goscinny, maravilhou-me e fez-me viver e recordar vidas passadas como gaulês, como celta, como romano, como lusitano...
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mahayana
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15:36
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quinta-feira, 13 de outubro de 2005
O Livro da Ordem da Cavalaria
(1279-1283)
Ramon Llull
Assírio & Alvim
Fico grato por poder ler as suas sagradas palavras.
O livro começa assim:
E o Prólogo:
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mahayana
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12:00
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domingo, 2 de outubro de 2005
Reflexos do Riso sobre o Espírito e a Matéria
1ª Nota importante: Este é um texto atípico neste blogue, uma vez que o traço humorístico é a sua principal característica.
2ª Nota importante: Queremos agradecer à Escola Fedorentística, em particular ao R.A.P. e ao J.D.Q. pela inspiração.
3ª Nota importante: Este texto requer toda a sua atenção. Por isso feche todas as outras janelas da Internet que estejam abertas, excepto aquelas onde está a ver aquelas moças bem roliças. Essas não interferem.
4ª Nota importante: As notas não são assim tão importantes e podia ter começado logo a ler o texto.
O Texto
Portugal inteiro anda a falar de um certo livro; bom, não é bem Portugal inteiro, mas talvez aí umas 100 pessoas; ou talvez 50; bom… Eu e a minha mãe andamos a falar de um livro cujo título é “Reflexos do Espírito e da Matéria (ou do Buda, ou lá o que é)”.
Por acaso até fui eu que o escrevi.
Contudo, tenho de fazer desde já aqui um parêntese. De facto, não escrevi livro nenhum. Isto é, se alguém pensar que me sentei à secretária e disse “vou escrever um livro e tal”, e comecei a fazê-lo, isto não corresponde à verdade. A verdade é que reuni uma série de textos que foram seleccionados como sendo os menos maus, daqueles que escrevi ao longo de 5 anos, para um periódico chamado Lusophia.
Será interessante referir que muitos até foram escritos porque fui obrigado a fazê-lo. Interessante, também, seria encomendar um estudo a uma Universidade americana (uma vez que cá não temos pessoal qualificado para o fazer), que analisasse os textos, para saber quais tinham sido escritos por vontade própria, e quais tinham sido escritos por obrigação. No entanto, trata-se de um estudo totalmente inviável, pois iria necessitar de um enormíssimo rol de recursos humanos, cujo preço seria impraticável, mesmo para a América.
Mas por falar em obrigação, lembrei-me agora da quantidade de coisas que somos obrigados a fazer:
Somos obrigados a ir para a cama quando estamos a gostar tanto de ver o filme…
Somos obrigados a acordar de manhã quando estamos cheios de sono (devíamos ter ido para a cama mais cedo, pensamos. Ah, sim, estivemos a ver o filme, do qual nem vimos o fim, pois adormecemos entretanto)…
Somos obrigados a ir trabalhar e a enfrentar o trânsito quando preferíamos ir à praia…
Somos obrigados a sorrir para o nosso chefe ou patrão quando preferíamos esganá-lo…
Somos obrigados a sorrir para os clientes ou para os colegas quando preferíamos estar a sorrir para duas louras suecas, numa praia paradisíaca…
A obrigação é de facto aborrecida e é por ela que os putos ficam a detestar os Lusíadas e o Pessoa!
Assim, temos que aprender a lidar com a “obrigação” ou teremos de aprender a lidar com a “depressão” (não sei se isto é bem assim, mas pelo menos rimou).
Com isto, nem cheguei a referir muito o livro. Pelos vistos já só mesmo a minha mãe é que anda a falar dele… Talvez lhe peça para ela deixar aqui um post.
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Luís Carlos Silva
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